Webber: participação em Bathurst depende da Porsche

Mark Webber afirma que participação nas 12 Horas de Bathurst é uma possiblidade caso Porsche inscreva uma equipe oficial na prova, mas conflito de datas é obstáculo

Desde a saída da Fórmula 1, no final de 2013, Mark Webber tem o nome ligado a uma possível participação nas 12 Horas de Bathurst. Chegou-se a cogitar que o piloto se inscreveria para a prova ao lado do ator Eric Bana e do remador James Tomkins, tricampeão olímpico e heptacampeão mundial.

O acordo não se concretizou, mas Webber não descarta participar da prova no futuro. O australiano, porém, disse que só o fará em condições específicas. “Depende, se a Porsche entrar oficialmente com um carro, é uma possibilidade. Mas somente nessas condições, obviamente”, disse.

Calendário: um problema

A data das 12 Horas de Bathurst – em 2016, a prova acontece entre os dias 5 e 6 de fevereiro – complica ainda mais os planos de Webber para participar da prova, pois é justamente nesta época que a preparação da Porsche para o Mundial de Endurance está a todo vapor. O piloto, portanto, sabe que disputar a prova de longa duração do país natal é muito difícil.

“Eu diria que é improvável. Eu estou satisfeito por fazer oito corridas no ano, é o suficiente para mim neste momento. Infelizmente, a data (da prova) em Bathurst não é muito boa para mim, pois é a época em que estou me preparando para o WEC, que é a minha prioridade”, cravou.

Elogios: "corrida fantástica" 

Participando ou não da prova, o piloto da Porsche no Mundial de Endurance elogiou bastante a corrida, embora tenha criticado o conflito de data com o teste oficial da V8 Supercars na prova do ano passado, o que acabou impedindo os principais nomes do automobilismo australiano de disputarem as 12 Horas de Bathurst.

“É uma corrida fantástica, é bom ver tantas fábricas demonstrando interesse pela prova. Pena que muitos dos melhores pilotos australianos não consigam correr aqui, seria ótimo se eles conseguissem. Isso ajudaria significativamente a V8 Supercars, pois muitos dos pilotos de lá teriam maior exposição com outras fabricantes. Seria bom para todos os lados envolvidos, e os pilotos australianos seriam olhados com mais carinho pelas equipes que disputam a prova”, encerrou.

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