A F-1 não tem de se preocupar com crise europeia, diz Horner

Chefe da Red Bull afirma ao TotalRace que exploração dos mercados emergentes "defende" a categoria contra perdas

Christian Horner, chefe da Red Bull

A crise na zona do euro pode estar deixando muita gente de cabelo em pé na Europa, mas Christian Horner, chefe da Red Bull, acredita que a F-1 não tem muitos motivos para se preocupar. Para o dirigente, a categoria está segura pelo fato de diversificar seus mercados e não depender exclusivamente do Velho Continente.

“Acho que sempre há preocupação. Os orçamentos têm de ser mantidos sob controle, mas a F-1 é um esporte global, então a receita vem de mercados que estão em dificuldades e de outros que estão indo bem”, afirmou ao TotalRace.

Para Horner, a atual situação européia, continente que serve como base para todas as equipes da F-1 e historicamente onde a categoria é mais forte mercadologicamente, faz com que seja ainda mais importante explorar novos mercados.

“Por isso é tão importante ter corridas globais, em mercados emergentes, como na Ásia, como China, Índia e obviamente na América do Sul – o Brasil está indo tremendamente bem no plano econômico no momento.”

De acordo com o chefe da Red Bull, ao globalizar a categoria, a tendência é que a F-1 sempre tenha uma válvula de escape caso determinada região tenha dificuldades.

“Acho que sempre haverá mercados que estão melhores que os outros, mas como é um campeonato mundial, eles tendem a se equilibrar.”

(colaborou Luis Fernando Ramos)

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