A fila andou rápido para Ericsson: a pé, sueco virou comentarista

Piloto que perdeu a vaga no grid pelas dificuldades da Caterham lamenta em entrevista exclusiva: "Estava crescendo"

Em um GP, piloto. No seguinte, comentarista. Marcus Ericsson teve de encontrar outro emprego rapidamente depois que sua equipe, a Caterham, entrou em processo de concordata. O sueco trabalhará para a emissora de seu país pelo menos nas etapas desde final de semana, nos Estados Unidos, e na próxima, no Brasil. Depois, seu futuro estará incerto.

[publicidade] “Claro que é desapontador”, reconheceu em entrevista exclusiva ao TotalRace. “É um pouco estranho estar aqui e não correr. É especialmente ruim porque eu sentia que estava melhorando, minhas três últimas corridas foram muito fortes, tinha começado a fazer acertos que se adaptavam melhor ao meu estilo e a mostrar do que eu era capaz. Ter essa notícia de que nós não correríamos aqui e no Brasil é ruim porque você quer ir crescendo em termos de confiança. Não tem nada que eu possa fazer.”

A notícia é especialmente ruim para um piloto novato que buscava justificar por meio de suas performances a permanência na categoria. Ericsson é um dos pilotos de fundo de pelotão que leva dinheiro à equipe, mas não é o único pleiteando uma vaga em 2015.

“Não estou muito envolvido nisso, mas sei que meus empresários estão conversando com várias equipes para que eu permaneça na Fórmula 1. Mas é um negócio difícil. Há muitos pilotos que querem uma vaga, mas claro que é essa a meta.”

Esperar o destino da Caterham não parece ser uma opção para o piloto, que diz saber pouco sobre a complicada situação da equipe.

“Não sei exatamente qual é a situação, mas falei com alguns mecânicos e meu engenheiro. É claro que ninguém está feliz, mas não sei muita coisa e nem o que vai acontecer.”

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