Ações da Williams despencam na bolsa de valores

Insucessos de Barrichello e Maldonado no início da temporada 2010 faz time perder valor e um de seus investidores ter grande prejuízo

Williams: correndo risco na bolsa de valores
O pior início de temporada na história da Williams já trouxe os primeiros prejuízos financeiros: de acordo com o jornal inglês "The Guardian", as ações da escuderia na bolsa de valores de Frankfurt caíram 27% em um único mês.
 
A maior vítima desta mudança drástica no valor foi a firma de investimentos holandesa Cyrte: fundada pelo bilionário John de Mol, o mesmo que criou o sucesso da TV "Big Brother", o grupo se tornou o mais investidor da Williams ao comprar 5% das ações. Mas a queda do time influenciou nas fortunas da Cyrte, que perdeu 3,3 milhões de libras (cerca de R$ 8,5 mi) desde que entrou no jogo.
 
De acordo com o consultor de patrocínios Julian Cottam, a Williams pode encontrar dificuldades em substituir seus apoios, uma vez que a queda no valor de suas ações pode criar uma imagem pobre: "Não posso ver nenhuma motivação para uma marca se alinhar a uma equipe que fez uma decisão defeituosa. Não vejo motivos para Patrick Head ser tão determinado em vender suas ações em um momento que a Williams enfrenta uma estiagem de sucesso."
 
Segunda equipe mais bem-sucedida da F-1, a Williams não vence uma prova desde 2004 e perdeu seus principais patrocinadores, como o Banco Real da Escócia (RBS) e a AirAsia. Nos último cinco anos, o time teve perdas de R$ 81,2 milhões (31,5 mi de libras).

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