Acusado de roubar documentos de Schumacher comete suicídio

Funcionário de empresa que transportou alemão para a Suíça havia sido preso nesta semana

O homem acusado de ter roubado informações confidenciais sobre o estado de saúde de Michael Schumacher cometeu suicídio enquanto estava sob custódia da polícia suíça. Ele havia sido preso na terça-feira depois de uma longa investigação e não teve seu nome divulgado pelas autoridades.

[publicidade] Os documentos foram roubados quando Schumacher, que esteve em coma por seis meses após um acidente de esqui, no final de dezembro, foi transferido de um hospital na França para uma clínica na Suíça, onde continua sua reabilitação atualmente.

Um homem identificado como Kagemusha san entrou em contato com vários meios de comunicação, tentando vender os documentos por cerca de 190 mil reais. Porém, o jornal alemão Bild avisou a família de Schumacher, que ameaçou processar quem publicasse o material. O ladrão, então, ficou sem mercado para vender as informações, enquanto a polícia suíça o rastreava por meio do endereço de IP das mensagens.

As autoridades descobriram que os e-maisl vinham da Rega, uma empresa que presta serviços de transferência de pacientes de hospitais. O homem que cometeu suicídio era um empregado da Rega e negou as acusações antes de se enforcar, na noite de quinta-feira.

A família de Schumacher se limitou a dizer que está “profundamente chocada”. Nenhuma informação sobre o estado de saúde do alemão foi divulgada após a transferência para a Suíça, em junho.

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