Alonso compara situação do Bahrein com China, Índia e até Espanha

Para espanhol, caso a F-1 se envolvesse com problemas políticos, deixaria de correr em diversos países

Pelo segundo ano seguido, a Fórmula 1 visita o Bahrein sob protestos de grupos que questionam o uso político do evento para a promoção do governo, em meio a uma crise civil que explodiu em 2011 e provocou o cancelamento da prova naquele ano.

Para Fernando Alonso, a situação do país não é mais preocupante do que de outros lugares que a categoria visita ao longo do campeonato. “Se começarmos a prestar atenção nisso, temos de nos preocupar com as fábricas que existem na China quando corremos lá, temos de nos preocupar com a exploração de menores na Índia quando corremos lá ou até na Espanha, temos de nos preocupar com a corrupção política. Sempre há um tema destacado em cada país e o de aqui são os protestos.”

O espanhol afirmou que seu foco está em promover o esporte e espera que os barenitas cheguem logo a um acordo. Os oposicionistas acusam o governo de crimes contra os direitos humanos e reclamam mais participação política no país. “Espero que todo mundo encontre a paz, chegue às condições melhores para cada um desses países e isso é algo que eles têm de resolver entre eles. Nós tentamos vir para cá para fazer esporte, para dar um bom espetáculo para as pessoas daqui. Tomara que seja assim domingo.”

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