Alonso sobre falha no DRS: "Nunca tinha acontecido"

Espanhol explica que é muito mais fácil o sistema não abrir do que ficar travado aberto, como aconteceu no Bahrein

Depois de 43 provas usando o sistema de asa móvel, Fernando Alonso passou por um problema inédito no GP do Bahrein: após ativar o DRS na briga com Nico Rosberg pelo segundo lugar da corrida, logo na quarta volta, a lâmina móvel não retornou a sua posição original.

O DRS pode ser ativado pelo carro que está a menos de 1s de um rival em duas áreas delimitadas pela FIA. Quando recebe a liberação por parte da direção de prova, o piloto aperta o botão e a asa só para de funcionar, automaticamente, quando ele pisa no freio. No caso de Alonso o DRS travou na posição aberta.

“Já houve alguns casos em que a asa não abriu, pois é um sistema hidráulico e é necessário ter muita força para abrir a asa, devido à pressão do ar. Porém, acho que nunca tive esse problema de não fechar nestes três anos”, afirmou o piloto espanhol.

Apesar do ganho nas retas, a perda aerodinâmica pela diminuição da função da asa traseira faz o carro perder tempo de volta. Por isso, Alonso foi aos boxes na volta 7 para que os mecânicos, manualmente, retornassem a lâmina a sua posição original. Uma volta depois, com o mesmo problema, retornou aos pits e, com isso, caiu para o final do pelotão.

O piloto da Ferrari, que passou o resto da prova sem ativar o DRS e chegou em oitavo, lamentou que o problema incomum tenha ocorrido no início da corrida.

“Foi ruim que tenha acontecido conosco em duas voltas consecutivas no início do GP, porque se acontece só no final, acho que você tem bastante distância e perderia, no máximo, duas ou três posições. Perder 22 posições de uma vez é duro.”

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