Após sair do autódromo, chefe da Sauber é reticente em entrevista

Monisha Kaltenborn se esquiva de perguntas feitas durante coletiva de imprensa e mantém dúvidas sobre situação

O imbróglio envolvendo Sauber e Giedo van der Garde ganhou novos episódios hoje, logo antes das sessões de treinos livres. O holandês chegou na pista e tirou as medidas para fazer um molde de seu assento. No entanto, sem poder correr graças à burocracia para se emitir uma superlicença, o piloto – que apareceu vestido com um macacão de Marcus Ericsson – teve de sair sem pilotar hoje apesar de estar desde o início da semana lutando na justiça para competir no Albert Park.

A chefe da equipe, Monisha Kaltenborn, chegou a sair do autódromo durante o dia. No entanto, voltou para a entrevista coletiva obrigatória dos chefes de equipe, tradicionalmente ocorridas às sextas-feiras.

“Este é um tópico do qual eu não posso falar nada. Só para clarear: nenhuma pergunta sobre isso eu não conseguirei responder”, disse ela no início da coletiva.

A chefe da Sauber teve inclusive a prisão pedida pelo advogado de Van der Garde, mas, , nada aconteceu.

Hoje a Sauber não andou no primeiro treino, apesar de os dois pilotos, Nasr e Ericsson, terem ficado por mais de meia hora dentro dos carros. O motivo não foi esclarecido por Monisha na entrevista, no entanto ela destacou o mau ambiente na Sauber.

“É definitivamente um impacto muito negativo porque a situação por enquanto não é muito clara. Agora temos algumas ações tomadas contra a equipe, estamos agindo de acordo e, por isso não posso falar mais.”

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