Barrichello ainda não vê Renault equipando a Williams em 2012

Piloto fala dos rumores de que motores franceses já estariam acertados e sobre as atualizações da Williams para GP

Para Barrichello, falta dirigibilidade ao motor Cosworth

Os rumores de que a Williams retomaria a parceria de sucesso dos anos 1990 com a Renault só aumentaram nas últimas semanas, com a declaração do diretor da Renault Sport, Jean-Francois Caubet, de que a empresa iria à FIA pedir permissão para equipar uma quarta escuderia, ainda que o francês tenha salientado que o time inglês é “um dos interessados”.

Rubens Barrichello, no entanto, afirmou que não se fala disso dentro da equipe de Grove.

“Eu sei bem pouco para falar a verdade. A Williams é uma equipe muito reservada nesse sentido. Por exemplo, o anúncio do Mick Coughlan, eu vi pela internet, não foi algo que deu tempo deles conversarem. É até algo que eu brigo bastante, para que a gente possa interagir um pouco mais, mas eles têm a opinião de que, de certas coisas, o piloto não tem que participar. Para falar bem a verdade, eu falo bastante com a Cosworth, reclamo disso, elogio aquilo, mas ouvi pela imprensa isso da Renault. Por enquanto, acho que isso não é muito verdade”, revelou ao TotalRace.

Em sua segunda temporada trabalhando com a Cosworth na Williams, Barrichello acredita que a potência não seja o maior dos problemas do motor.

“É difícil falar agora. Você passa um ano guiando-o  e não sabe a evolução que os outros tiveram. Eu vim de um Mercedes e, quando peguei um Cosworth, ele sofria de potência, mas o pior problema era a dirigibilidade do motor. Então, passado esse estágio, acho que devemos ter melhorado alguma coisa, até porque o regulamento não permite tanta mudança. Minha briga é para melhorar a dirigibilidade, até porque o maior gasto de pneu se deve também a isso.”

Falando sobre as novidades que a Williams trará para o GP da Espanha, o piloto brasileiro destacou as peças que já foram testadas nos últimos dois Grandes Prêmios e que ganharam  melhorias para a prova de Barcelona.

“A gente tem a asa traseira, que funcionou por um tempo, mas acabou não sendo usada  na Turquia e temos o difusor que tentamos usar na China, mas que pode produzir mais aerodinâmica agora. São coisas que podem revolucionar, mas é difícil. Tivemos muito problema com o assoalho na China, houve bastante tempo para ver o que estava errado e melhorar, então é o que eu espero para cá.”

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