Barrichello: "Não temos um carro rápido e precisamos terminar os GPs"

Brasileiro aponta falhas graves de resistência e velocidade no carro da Williams, que ainda não têm solução, de acordo com o time

Barrichello: acidente e problema hidráulico o tiraram da prova

A decepção na cara de Rubens Barrichello estava evidente após o GP da Malásia de F-1. O piloto brasileiro abandonou a corrida em Sepang com a suspeita de um problema hidráulico, mas o foco das discussões na reunião do time foi outro: a falta de velocidade e fragilidade do FW31.

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"Acabei de sair da reunião, infelizmente sem uma resposta exata. Quando Sutil tocou em mim na largada, furou meu pneu e tive de dar uma volta inteira apoiado na roda. Isso forçou a parte traseira, esquentou demais e, provavelmente (a gente não pode afirmar), um problema hidráulico surgiu", comentou.
 
"Não dá para afirmar totalmente. O problema do [Pastor] Maldonado foi diferente, motor, algo bem atípico. A pauta da reunião é que não temos um carro rápido e precisamos terminar a corrida. Tudo isso está sendo revisto rapidamente", denuncia o brasileiro, que afirma: o momento não é de se lamentar, mas, sim, trabalhar.
 
"Sou guerreiro, brasileiro, preciso ir atrás dos meus negócios, não é hora de chorar. Existe decepção da equipe em geral, pois pensamos que teríamos resultados expressivos, mas estamos piores que no ano passado", explica, ressaltando o excesso de calor neste fim de semana.
 
"A verdade é que na Malásia tudo é muito quente. Toda nossa carroceria teve que ser aberta ao extremo; câmbio, motor, pneus, tudo muito quente. A gente não teve a aderência daquilo que o pneu poderia dar por conta da temperatura excessiva. Na primeira volta eu larguei mal, passei três ou quatro concorrentes, ou seja, gero a temperatura antes, mas o pneu acaba na mesma velocidade", encerrou.

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