Button culpa os pneus por pior fase desde tempos de Honda

Inglês explica que, quando carro está equilibrado, é como se os Pirelli "ganhassem vida" e a performance aparece

Button é oitavo no Mundial, a 43 pontos de Hamilton

São dois pontos em quatro corridas. Em outras palavras, a pior fase de Jenson Button desde os tempos de fundo do grid da última temporada com a Honda, em 2008. Na última prova, chegou em 16º e levou uma volta do companheiro e vencedor Lewis Hamilton. O inglês, contudo, defende que toda essa diferença se concentra em um fator: os pneus.

 “Quando se consegue que o carro fique equilibrado, sem sair muito de frente ou de traseira, sente que o pneu, de repente, funciona. Sempre foi assim na F-1, mas, especialmente neste ano, tem sido muito mais difícil fazer os pneus funcionarem. Quando você consegue isso, é como se o carro ficasse vivo e por isso vemos alguns pilotos de uma hora para a outra andando muito mais que os outros na classificação e na corrida.”

Segundo piloto, que mais pit stops fez até agora no ano – 21, perdendo apenas para os 22 de Heikki Kovalainen – Button constantemente reclama de falta de aderência e de não conseguir fazer os pneus funcionarem. Logo ele, tido como um dos que melhor lida com a degradação no grid. Mas o piloto da McLaren prefere não se queixar dos Pirelli.

 “Não irrita porque é o mesmo para todos, mas é um pouco frustrante porque você chega na pista acreditando que tem um bom carro mas, se os pneus não funcionam para você, não consegue um bom resultado. Todos temos de lidar com as mesmas questões na F-1 e estamos aprendendo com isso.”

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