Chefes de equipes médias atestam: dinheiro não é tudo na F-1

Franz Tost, da Toro Rosso, e Vijay Mallya, da Force India acreditam que o conjunto faz a diferença

A Toro Rosso vem crescendo na segunda metade do ano

Eles estão no meio do pelotão, mas isso não quer dizer que sempre tenha de ser assim. Equipes como a Toro Rosso e a Force India vêm mostrando a maior evolução dentro da temporada de 2011.

Enquanto o time indiano tem tudo para melhorar sua sétima posição do Mundial de Construtores do ano passado, a equipe júnior da Toro Rosso, em sua terceira temporada construindo seu próprio chassi, está na luta pelo sétimo lugar com a tradicional Sauber.

Seus chefes garantem a evolução tem muito mais a ver com colocar em ordem uma série de fatores do que somente com dinheiro.

“É sempre uma combinação. Se você olhar para a Red Bull, eles têm uma equipe fantástica com Adrian Newey, têm um dos melhores pilotos e o time em si está fazendo um trabalho muito, muito bom. Uma equipe vencedora se faz de vários fatores”, destacou Franz Tost, chefe de Sebastien Buemi e Jaime Alguersuari na Toro Rosso.

O chefe da equipe observa que as discrepâncias de orçamentos ficaram um pouco de lado com tanta disputa na pista.

“Acho que tivemos neste ano corridas fantásticas e muitas mudanças de posição, ainda que Vettel e a Red Bull tenham ganhado o campeonato de forma tão antecipada. Acho que é o que as pessoas querem ver, com todas essas ultrapassagens. E o dinheiro ficou em segundo plano.”

Vijay Mallya, da Force India, concorda com a visão do colega. “Tudo precisa estar junto: a direção técnica, a engenharia, a pesquisa e desenvolvimento, a equipe, os pilotos. Não é só uma questão de dinheiro. Não acho que ele possa comprar performance. Se olhar na formação de todas as equipes, verá que existe uma tendência a se desenvolver pouco a pouco.”
 

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