Corrida (a pé) arrecada mais de 50 mil reais no GP do Brasil

Banco suíço usa voltas computadas pelos atletas de plantão do paddock para ajudar crianças doentes

Mais de 50 mil reais foram arrecadados durante o final de semana do GP do Brasil da Fórmula 1 por meio de uma iniciativa de pessoas envolvidas com a categoria em parceria com o banco suíço UBS. O Run That Track transforma uma tradição dos membros do paddock – correr a pé pela pista após o dia de trabalho – em doações.

[publicidade] No total, 162 voltas foram computadas em São Paulo, sendo a mais rápida do alemão Daniel Schloesser, fisiologista de Nico Rosberg e nono colocado na classificação geral da temporada, com 15min46. O líder é o empresário do piloto, Georg Nolte, que também mandou bem em Interlagos: 16min17.

O Run That Track começou de maneira informal em 2010, quando o francês Simon Morillas, engenheiro de eletrônica da McLaren, criou um site para que as pessoas registrassem os tempos de suas voltas. Com o tempo, a iniciativa foi crescendo, ganhou corridas coletivas e patrocínio. Para cada volta registrada no site, o UBS doa 100 dólares (cerca de R$ 256) para a instituição de caridade “Make A Wish”, que ajuda crianças gravemente doentes em várias partes do mundo. Na temporada passada, as doações chegaram perto de um milhão de reais.

O TotalRace também participou da brincadeira neste final de semana em Interlagos, com duas voltas para Luis Fernando Ramos e Julianne Cerasoli, com direito a recorde pessoal da repórter com 23min20.

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