Em segundo ano na F-1, Maldonado segue com "sombra" de brasileiros

Desde 2010, quando foi campeão da GP2, piloto venezuelano tem um competidor do Brasil dividindo a garagem ao lado

Pastor Maldonado

Não basta fazer fronteira. Para Pastor Maldonado, é preciso dividir a mesma equipe. Pela terceira vez seguida, o venezuelano terá um brasileiro a seu lado na garagem.

Tudo começou em 2010, quando foi campeão da GP2 tendo Luiz Razia como parceiro. No ano seguinte, estreou na F-1 ao lado de Rubens Barrichello e, agora, terá a companhia de Bruno Senna. Mas Pastor não tem nenhuma queixa a fazer, nessa entrevista exclusiva ao TotalRace.
 
"Terceiro ano que tenho um brasileiro como companheiro. Vocês me perseguem. Me dei muito bem com Rubens no ano passado e aprendi muito com ele. Creio que neste ano vai me servir muito o que aprendi com ele. Espero este ano aprender mais com o Bruno. Tem menos experiência que Bruno, mas esteve em boas equipes como a Lotus, e pode trazer algo ao time", brinca.
 
Depois de um ano de estreia difícil, com um carro inconstante, tudo o que Maldonado quer é um equipamento confiável e que funcione bem na corrida, uma vez que classificação é seu forte, com carro ruim ou não: "Espero que tudo funcione bem aqui. Acredito que temos um bom carro e espero desfrutar em 100% o que temos em mãos."
 
"Acho que temos um carro bem competitivo, não apenas em classificação mas também em ritmo de corrida. Penso que todas as equipes estão muito próximas. Mas na pré-temporada as simulações foram feitas em diferentes condições, e isso muda muito o resultado. Ainda assim, acredito que está tudo bem apertado entre os times", continua.
 
"Confio bastante neste projeto, no novo carro. Está funcionando bem até aqui e esperamos que continua crescendo ao longo da temporada", completa.

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