Erro de estratégia e falhas nas atualizações custam caro para a Williams

Diretor técnico Sam Michael fala em evolução, mas reconhece que time deveria ter adotado a tática de quatro paradas e que asa traseira precisa de ajustes

Sem asa nova, Williams perdia 12km/h para os mais rápidos em reta

 

Mesmo após mais uma corrida com ambos os carros fora dos pontos – Rubens Barrichello foi 15º e Pastor Maldonado, 17º – nesse que é o pior início de ano da história da Williams, o diretor técnico da Williams, Sam Michael, acredita que a equipe tenha mostrado uma evolução.

“Acho que nossa performance em Istambul foi melhor que nas corridas anteriores, particularmente na classificação. No entanto, estamos correndo numa parte do grid em que poucos décimos podem fazer uma grande diferença para a posição de chegada então precisamos melhorar ainda mais”, justificou, em material distribuído pelo time de Grove.

Michael, que já anunciou sua saída no final do ano, revelou que, novamente, algumas das atualizações que levaram à Turquia não funcionaram.

“Corremos apenas com a nova asa dianteira e os dutos de freio traseiros. Tivemos alguns problemas com a asa traseira, então decidimos não usá-la. Estamos investigando e vamos testá-la de novo em Barcelona. Também testaremos um novo difusor, que deve melhorar bastante a performance”.

De acordo com o diretor técnico, a degradação dos pneus no GP da Turquia foi maior do que o esperado, o que confundiu a equipe na hora da estratégia.

“Achamos que a estratégia (de três paradas) seria mais rápida. Contudo, desgastamos mais nossos pneus traseiros que alguns dos outros times, então, em retrospecto, deveríamos ter seguido os outros e adotado os quatro pitsopts.”

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