"Espero que chova o mundo amanhã", fala Rubinho, 15º

Brasileiro admite que falta performance para a Williams e torce para que carro ande bem com tanques cheios, como aconteceu na Austrália

Barrichello destaca falta de velocidade do carro da Williams

"Espero que chova o mundo amanhã". Desta forma, Rubens Barrichello acredita que pode conseguir um bom resultado no GP da Malásia de F-1. Caso contrário, será difícil brigar por boas posições na corrida.

Para o brasileiro da Williams, o problema é simples. "Performance. Não tem outra explicação. Consegui passar 'na risca' no Q1. Depois fiz a volta dos meus sonhos no Q2 e fiquei em 15º. Foi o melhor que a gente conseguiu."
 
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Barrichello destaca a disparidade de desempenho em relação à etapa de abertura, duas semanas atrás. "Em Melbourne, a gente estava mais forte, mas com o calor não foi legal. Precisamos entender qual vai ser para tentarmos buscar outros limites, já que o de agora é esse."
 
"O equilíbrio do carro é considerável. Aceitável, digamos assim. Falta velocidade para esta pista. Estamos lentos nas retas, no curso das curvas, e estamos saíndo de frente. Tudo isso afeta o tempo total de volta", explica o brasileiro, que espera ver o carro da Williams render bem como na Austrália de tanques cheios.
 
"É a nossa esperança. Fomos bem na última corrida assim. Mas não dá para afirmar o que vai acontecer. Temos de manter o pé no chão e trabalhar. O carro está melhor de guiar, mas aqui não funciona. A Toro Rosso está veloz na reta e por isso ficou à nossa frente. O jeito é baixar a bola, trabalhar e ver no que dá."

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