F-1 chega à Índia com um rival duro de bater: o críquete

Jornal local compara investimentos dos patrocinadores nos dois esportes, e a categoria custa mais de quatro vezes menos

Ecclestone com as autoridades indianas

A F-1 pode estar chegando neste ano à Índia, ter dois pilotos e uma equipe no grid, mas ainda tem muito chão pela frente para se tornar um dos esportes favoritos no país. Prova disso é a comparação que o jornal local Times os India fez após o anúncio do investimento do principal patrocinador do GP local.

“o negócio vale... muito menos que as empresas indianas pagam por uma fatia do bolo do críquete”, destacou o jornal, referindo-se aos 8.5 milhões de dólares que a empresa de telecomunicações Bharti Airtel estaria desembolsando para estampar sua marca no circuito indiano por três anos.

Para se ter uma ideia, cogita-se que a mesma empresa gaste cerca de 40 milhões por ano para patrocinar a Liga dos Campeões de Críquete.

Até Bernie Ecclestone reconhece que a competição com o esporte predileto na Índia será um páreo duro para seu negócio.

“Vai ser duro gerar interesse. Nunca vamos chegar no nível do críquete, mas podemos chegar perto disso, talvez com um esforço extra. A Índia é um lugar importante no mundo e queríamos uma corrida lá.”

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