Famosa Eau Rouge pode deixar de ser feita de pé embaixo em 2014

Como os carros deste ano têm menos pressão aerodinâmica, pilotos podem ter mais trabalho na curva

Há anos os pilotos dizem que a Eau Rouge, uma das curvas mais famosas do calendário, já não é tão desafiadora pois pode ser feita de pé embaixo, ou seja, a pressão aerodinâmica é tanta que não é necessário diminuir a velocidade para fazer a curva. Porém, há quem aposte que isso vai mudar neste ano.

[publicidade] Cartão-postal da pista de Spa Francorchamps, palco da próxima etapa da Fórmula 1, na Bélgica, a Eau Rouge já foi uma curva mais perigosa. Em 1999, os companheiros da então equipe BAR, hoje Mercedes, Jacques Villeneuve e Ricardo Zonta, bateram após tentarem fazer a curva com o pé embaixo.

Com a melhora dos carros, não diminuir a velocidade se tornou a regra. Porém, como os carros deste ano têm menos pressão aerodinâmica, Adrian Sutil, da Sauber, acredita que o cenário pode ser diferente.

“Neste ano será difícil fazer a Eau Rouge de pé embaixo. Com os carros novos, temos velocidades máximas maiores e menos aderência, então será interessante ver como será pilotar nestas condições.”

Por outro lado, Giedo van der Garde, que ocupará a vaga de Esteban Gutierrez na Sauber nos treinos livres de sexta-feira, discorda do alemão. “Com os carros deste ano acho que teremos maiores velocidades máximas nas retas, mas menos downforce. Mas acho que a Eau Rouge e a  Blanchimont ainda serão de pé embaixo.”

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