Federação afasta possibilidade de terceiro carro em 2015

Para o presidente Jean Todt, ver a Fórmula 1 com apenas 18 carros no grid ano que vem "não seria um desastre"

A possibilidade das equipes grandes serem obrigadas a ter um terceiro carro na próxima temporada parece cada vez mais longe. Segundo o presidente da Federação Internacional de Automobilismo, Jean Todt, mesmo se a Fórmula 1 perder definitivamente quatro carros no grid com Caterham e Marussia, ainda assim não teria problemas em realizar o campeonato.

[publicidade] Existe certa indefinição quanto a qual seria o número mínimo de carros no grid previsto nos contratos dos detentores dos direitos comerciais da categoria, a FOM, e os organizadores. Caso esse número mínimo não seja atingido, equipes como Red Bull, Ferrari e McLaren seriam obrigadas por contrato a terem um terceiro carro.

“Podemos correr com nove equipes, isso não é um desastre”, disse Todt. “Lembro na MotoGP quando havia 16 motos e ainda assim as corridas eram boas. Está claro: a ação acontece mais no pelotão da frente do que atrás.”

Outra questão apontada por Todt é o fato da equipe Haas ter se inscrito para a próxima temporada. O dirigente acredita que o atual momento da Fórmula 1, com as equipes em dificuldades, é passageiro.

“Isso faz parte da história da Fórmula 1. Você tem as equipes que sempre estiveram lá, e aquelas apoiadas por benfeitores que chegam e saem, e as equipes pequenas. Não estou feliz em ver Marussia e Caterham com problemas. Simpatizo com elas, mas isso sempre aconteceu. Em 2016, temos outra equipe chegando. Então, no pior cenário, teremos nove equipes agora e 10 em 2016.”

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