Horner defende Ferrari sobre caso dos testes da Pirelli

Equipe italiana foi chamada pela FIA para prestar esclarecimentos acerca de sessão realizada com carro de 2011

Depois da FIA cobrar explicações da Ferrari sobre um teste realizado a pedido da Pirelli, o chefe da Red Bull, Christian Horner, saiu em defesa dos italianos. Para o dirigente, a sessão, feita com um carro de 2011 com o piloto de testes Pedro de la Rosa, é um caso completamente diferente do que ocorreu com a Mercedes.

O time alemão testou em Barcelona usando seus dois pilotos oficiais, Lewis Hamilton e Nico Rosberg, e o carro de 2013 , o que é proibido pelas regras. Tanto Mercedes, quanto Ferrari terão de se explicar à FIA.

“A posição da Ferrari é diferente”, defendeu Horner em entrevista à Autosprint, “porque apesar de eles terem usado um piloto oficial, não era o carro de 2013. As duas situações não são nem comparáveis.”

Perguntado sobre o que espera da investigação da FIA, que ainda não decidiu se leva o caso a julgamento, Horner foi sucinto. “Que o assunto seja analisado rapidamente e de forma justa”.

 O chefe da Red Bull ainda criticou a forma sigilosa como Mercedes e Pirelli trataram o teste. “Você tem esse tipo de abordagem quando não quer que alguém saiba de algo, do contrário, eles teriam anunciado em público. Como fazem com todas suas atividades.”

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