"Loteria" dos pneus é difícil de prever, diz Bruno Senna

Brasileiro disse que carro já mudou de comportamento apenas após troca de pneus, mas não dá para acusar a Pirelli

Considerados um dos grandes motivos para a alta competitividade apresentada nesta temporada da Fórmula 1, os pneus Pirelli seguem sendo complicados para as equipes. Em seu segundo ano na categoria, a empresa modificou os compostos para este ano, o que fez com que seu comportamento tenha surpreendido as equipes em diversas ocasiões.

Isso fez com que muitos pilotos reclamassem ao longo do campeonato a respeito de jogos que pareciam não funcionar como os outros: sem mexer no carro, apenas trocando os pneus, os pilotos sentiam muita diferença no equilíbrio do carro.

O brasileiro Bruno Senna foi um deles. Porém, o piloto da Williams lembra que não dá para culpar a fornecedora porque são muitos os fatores que alteram o rendimento do carro.

“Algumas vezes, há um ou outro jogo de pneu que não funciona como os outros, mas não é algo que acontece toda hora. Já senti esse tipo de coisa, mas isso não quer dizer necessariamente que o pneu tem algum tipo de problema”, afirmou ao TotalRace.

“A questão é que não dá para apontar com certeza que o problema é o pneu. Às vezes, as condições climáticas podem influir, assim como outros fatores. Você pode achar que o carro mudou só porque trocou o pneu, mas há outras coisas que podem influir e culminar com a diferença de equilíbrio.”

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