Lucas Di Grassi aposta em corrida movimentada na Hungria

Piloto de testes da Pirelli destaca importância do segundo setor e fala sobre como os pneus podem permitir mais ultrapassagens

Di Grassi é piloto de testes da Pirelli

Uma pista lenta, mas em que é necessária uma boa eficiência aerodinâmica. É o que esperam os pilotos no GP da Hungria deste final de semana. Para o piloto de testes da Pirelli, Lucas Di Grassi, a parte mais importante do circuito é o segundo setor.

“É uma pista muito técnica, na qual os pneus supermacios e macios devem se adaptar bem. A chave da volta está no segundo setor, que depende muito da pressão aerodinâmica e de um bom ritmo. São cinco ou seis curvas em sequência, e acertar todas é fundamental para fazer uma volta rápida. Por isso, é necessário ter precisão nos pneus.”

O brasileiro espera que a diferença de rendimento entre os pneus facilite as ultrapassagens, cena rara nas corridas em Budapeste.

“Só há um ponto de ultrapassagem real, no final da reta principal, já que Hungaroring é o segundo circuito mais difícil em termos de ultrapassagem depois de Mônaco. Mas esta corrida pode ser diferente, porque a Pirelli fez um trabalho muito bom para aumentar o número de manobras.”

O piloto ainda destacou a possibilidade de chover no domingo e revelou como isso pode misturar ainda mais os carros na prova.

“A pista tende a ganhar aderência durante o final de semana, mas isso, obviamente, diminui em situação de chuva. Assim como Mônaco, é possível ter resultados diferentes do previsto, especialmente no molhado.”

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