Massa confia que Monza será melhor pista do ano para a Williams

Mesmo reconhecendo que a vantagem da Mercedes foi grande na Bélgica, brasileiro segue otimista

No papel, a circuito de Spa-Francorchamps era um dos melhores do ano para a Williams. Mas Felipe Massa avisou, mesmo antes de entrar na pista há duas semanas, que a melhor chance do time inglês seria nesta etapa, o GP da Itália, em Monza. E, mesmo que reconheça a surpresa pelo tamanho da vantagem da Mercedes vista na classificação na última prova, o brasileiro segue confiante.

“Olhando as características da pista, nosso carro pode ser competitivo aqui e tomara que isso aconteça. Veremos como estaremos em relação às outras equipes. Vimos, na corrida de Spa, que a Mercedes estava muito na frente das outras – mesmo a classificação sendo no molhado, 2s mais rápido é uma diferença bem grande. É uma pista em que todos os carros andam com uma configuração diferente em relação a todas as outras provas do campeonato: com a asa menor e pensando na velocidade máxima.”

[publicidade] Ao TotalRace, Massa explicou que não espera a Red Bull tão forte em Monza quanto em Spa, quando Daniel Ricciardo se aproveitou da confusão entre as Mercedes logo no início da prova e venceu. Isso porque o time perdeu a vantagem que tinha no setor de curvas de alta velocidade na Bélgica, inexistente no traçado da Itália.

“A Red Bull foi a equipe que usou a menor asa em Spa. Eles conseguiram fazer isso porque o carro deles naturalmente tem muita pressão aerodinâmica. Aqui, a maioria das equipes irá para o mesmo caminho, então veremos como será o carro deles em comparação com os demais. Tomara que a gente também consiga fazer um bom trabalho.”

Massa revelou ainda que, apesar de ter tido problemas com os freios nesta temporada, especialmente com temperaturas mais baixas, na chuva, está trabalhando para melhorar seu rendimento, pois não espera que a Williams mude o material, ao menos até o final do ano.

“Aqui normalmente é uma pista em que gasta bastante o freio, então a especificação que usamos é justamente para este tipo de pista. Eu já tinha usado este mesmo freio da Williams em corridas nas quais era necessário um freio que aguenta temperatura alta, como aqui em Monza. Porém, nos últimos dois ou três anos, eu não tinha usado esse tipo, então estou trabalhando para mudá-lo, mas não acho que isso vai acontecer neste ano. Isso é algo que altera muito a sensação do piloto dentro do carro, mas estou trabalhando da melhor forma para o bem do time.”

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