Mercedes credita mau ritmo na Alemanha a pneus

Para Brawn, proibição da inversão de compostos influiu negativamente na performance do W04 em Nürburgring

Depois de uma pole position no sábado, a Mercedes sequer chegou a andar na primeiras posições durante a corrida. Logo na largada Hamilton foi superado pelas duas Red Bulls. Em seguida, foi perdendo rendimento pelo excessivo desgaste de pneus, até que finalizou a prova em um frustrante quinto lugar.

“A construção dos pneus mudou e acho que o fato de inverter os pneus era um bom modo de diminuir o estresse neles”, falou sobre o mau rendimento Ross Brawn.

“Você poderia usar na classificação e depois inverter, tendo uma condição diferente para a corrida. Você não pode fazer isso com esses pneus. Acho que voltamos a estar acima do limite da temperatura. Sofremos com isso.”

O dirigente destacou o início da corrida como o maior problema. “Na primeira metade da corrida estávamos muito mal. Na segunda, o combustível baixou, o carro esfriou e voltamos à janela. Os tempos foram bons, o que mostra como estamos críticos. No início da corrida, tentávamos andar rápido e superaquecíamos os pneus. Precisamos encontrar soluções.”

“Algumas coisas, como inverter os pneus atrás, que nos ajudavam, desapareceram. Em Silverstone não estava quente, Montreal também não. Disse que precisávamos de uma corrida quente, e esta foi.  Foi como algumas das corridas no início do ano, quando tivemos problemas até as coisas esfriarem um pouco.”

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