No pelotão intermediário, Mercedes aposta na estratégia

Rosberg, 10º, decidiu não marcar tempo no Q3 para economizar pneus; Schumacher, 14º, não entende queda de rendimento

A Mercedes vive um fim de temporada medíocre. Depois de começar o Mundial entre os ponteiros e até vencer uma prova na China, os carros da montadora alemã mal passam para a disputa do Q3. Hoje, na Índia, Nico Rosberg conseguiu ficar entre os dez melhores, mas sequer tentou marcar tempo na parte final.

“Em termos de estratégia para a corrida, foi melhor não andarmos no Q3 para termos a chance de um ritmo melhor amanhã com pneus novos. Claro que não é uma sensação gostosa ficar nos boxes vendo os outros na pista.”

“Parece que a corrida será dura com os pneus nos longos stints, então devo ter uma vantagem em comparação aos carros que estão à minha frente. Amanhã poderei dizer se foi uma boa escolha, mas estou razoavelmente feliz hoje e sinto que demos um pequeno passo adiante”, completou Rosberg, o décimo no grid.

Michael Schumacher tenta na reta final de sua carreira na Fórmula 1 apresentar bons resultados. No GP da Índia não parece fácil de conseguir êxito em sua tentativa. O hepta-campeão larga em 14º. “Tivemos uma classificação difícil e não posso ainda explicar o porquê, particularmente quando comparo os tempos com o que fiz pela manhã. Na sessão livre fomos capazes de apresentar tempos semelhantes com muito mais combustível, por qualquer que seja a razão.”

“Fomos incapazes de fazer os pneus trabalharem na janela correta para gerar a aderência suficiente nesta tarde. Isso significa que largarei de uma posição pouco promissora amanhã, o que ao menos deixa a estratégia mais simples”, finalizou Schumacher.

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Categorias Fórmula 1
Evento GP da Índia
Pilotos Michael Schumacher , Nico Rosberg
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