“Novos motores ajudam equipes”, rebate chefe da Williams

Em meio a crise de identidade na F-1 após novidades, Claire Williams diz que mudanças ajudaram time

Com apenas 15 carros largando no GP da Austrália, corrida inaugural da temporada 2015, a crise de popularidade da Fórmula 1 voltou a ser tratada como um dos principais assuntos pelas equipes e pela mídia. Muitos pregam que, para que tudo volte a ser como era antes, tudo tenha que voltar a ser como era antes. Ou seja, que os dirigentes busquem inspiração no passado primoroso do esporte.

[publicidade]Claire Williams, filha do fundador da equipe Williams, pensa o contrário. Para ela, as novas tecnologias da F-1 têm sido boas para arrumar apoiadores e patrocínios.

"As mudanças foram feitas pelas razões certas", disse Williams à Forbes.

"Do meu ponto de vista, na diretoria comercial, a mudança nos regulamentos de motores têm definitivamente aliviado a pressão ao falar com empresas que olham a Fórmula 1 como um esporte mas não entraram ainda por questões ambientais em torno de tudo", acrescentou.

Claire, no entanto, acredita que a tecnologia do atual motor não tenha sido divulgada adequadamente para causar impacto no público geral. Para ela o esporte poderia se beneficiar de as pessoas entendem o que está por trás dos melhores motores.

"Eu acho que nós precisamos para contar a história em torno desses novos motores", disse Williams.

"Não acho que seja uma história que as pessoas entendam o suficiente ainda, e acho que tudo seria mais favorável se fizéssemos isso. Acredito que, pela perspectiva ambiental, este era o caminho certo a seguir."

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