Organizadores das corridas se unem em Associação dos Promotores

Responsáveis por GPs tradicionais, como na Austrália e na Grã-Bretanha, reclamam da falta de voz ativa nas negociações

Mesmo em tempos de crise e redução de gastos na F-1, há uma conta que não para de subir: os contratos de Bernie Ecclestone com os promotores das corridas. Com a expansão para novos mercados, especialmente na Ásia, a demanda de interessados em sediar GPs tem sido maior que a oferta, fazendo com que o presidente da empresa que rege os direitos comerciais da categoria jogue os preços no alto.

Isso, no entanto, fez com que tradicionais promotores europeus se sentissem prejudicados, pois suas economias não conseguem disputar de igual para igual com as emergentes. Assim, os representantes dos circuitos têm se unido para ter mais voz ativa na hora das negociações.

Tendo isso em vista, os responsáveis pelo circuito de Silverstone, estão se unindo a outros organizadores para dar força à Associação de Promotores da F-1 (FOPA, em inglês), cujo presidente é Ron Walker, que organiza o GP da Austrália.

“Historicamente, não tivemos uma voz coordenada e a FOPA nos dá essa oportunidade. Há várias questões de interesse comum e acho que é importante que elas sejam passadas adiante”, afirmou o presidente de Silverstone, Neil England, para o The Telegraph.

Silverstone chegou recentemente a sair do campeonato, mas como as prometidas obras em Donington Park não saíram do papel, restituiu seu lugar no calendário e passou por extensas obras de modernização. Como de costume, o GP da Grã-Bretanha deve vender todos os seus 125.000 ingressos neste ano. A pouco mais de um mês da corrida, há apenas cerca de 5.000 a venda.

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