Para Chilton, pagantes sempre farão parte do grid da F-1

"Algumas das lendas do esporte tiveram apoio para chegar lá", lembrou o britânico, que faz sua estreia na Austrália

A conexão é clara: o pai milionário e entusiasta do automobilismo é um dos donos da Carlin, que tem parceria com a Marussia na GP2 e busca ter participação também na F-1. E Max Chilton não nega a ajuda financeira. Pelo contrário: o estreante de 21 anos afirma que sempre houve e sempre haverá pagantes na categoria.

“Há vários pagantes no grid e, por minha experiência, o esporte nunca mudou. Acho que sempre foi assim e provavelmente sempre será. Algumas das lendas do esporte tiveram apoio para chegar lá”, garantiu à Sporting Life.

Apesar de nunca ter sido campeão em nenhuma categoria que disputou, nem mesmo no kart, Chilton afirma que são as vitórias que chamam a atenção das equipes. “O que posso dizer é que as equipes sempre vão olhar o talento primeiro. Eles querem ver se você chega à pole position e vence provas nas categorias menores. Se conseguiu isso, depois depende de como usa sua oportunidade na F-1, como aprende com os melhores para se tornar um piloto melhor. Ninguém vai te colocar no carro se você não tem condições.”

O britânico de 21 anos começou tarde nos karts, aos 10, e se tornou o mais jovem piloto a competir na F-3 Britânica, seis anos depois. Em 2010, foi para a GP2, categoria em que conquistou duas vitórias e duas poles. Em julho do ano passado, fez sua estreia em um carro de Fórmula 1 no teste destinado a jovens pilotos em Silverstone pela mesma Marussia pela qual fará sua primeira prova, em Melbourne.

“Não daria esse passo se não estivesse pronto. Acredito que, após minhas duas vitórias e poles na GP2, estou pronto. Sei que posso fazer isso. E se puder marcar os primeiros pontos para a equipe seria um sentimento incrível.”

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