Para Ecclestone, Pacto da Concordia não é vital para a F-1

Chefão disse que categoria pode, normalmente, viver sem esses papeis assinados. "Se temos, ou não, isso, pouco me importa"

Para o chefão da Fórmula 1 e presidente da FOM, empresa que detêm os direitos da categoria, Bernie Ecclestone, a Fórmula 1 sobreviveria normalmente sem o Pacto da Concórdia.

"Não se faz necessário assinar o acordo. Se temos, ou não, o Pacto da Concórdia, isso não me importa. Já conversamos diretamente com as equipes, tudo está pronto, só falta mesmo ver o regulamento, que sempre está mudando", disse Ecclestone, que ano passado tentou implementar um Pacto da Concórdia até 2020, mas sem sucesso.

"O que mais afeta o campeonato é a parte técnica, e isso sim pode debandar equipes da categoria", revelou.

Por 30 anos, este contrato foi o coração da Fórmula 1, sempre comandando as regras, sendo uma base para a categoria e assinado por todas as equipes, a FIA e a FOM. O contrato prevê, dentre outras coisas, valores que cada um pagará para correr na temporada.

O Pacto de Concórdia foi expirado no fim da temporada de 2012.

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