Para Gillian, pilotos estão fazendo a diferença com grid apertado

Engenheiro-chefe da Williams, que viu Bruno Senna ser sexto na Malásia, vê desenvolvimento como fundamental para resto do ano

Bruno Senna foi sexto na Malásia

A Williams é uma das equipes que mais vem se beneficiando deste início de temporada em que os rendimentos das equipes está bastante próximo. Mas o engenheiro-chefe da equipe, Mark Gillian, lembrou que outro fator pode ser decisivo em situações como esta: a performance do piloto.

Ouvido pelo TotalRace, o engenheiro afirmou que o resultado do GP da Malásia foi um grande exemplo de como a proximidade entre as equipes, associada à chuva, pode fazer com que os pilotos mostrem seu potencial.

Boa notícia para Bruno Senna, que obteve seu melhor resultado na carreira na prova em Kuala Lampur, chegando em sexto após estar em último até a volta 13.

“O pelotão está muito próximo e os pilotos podem ter um grande impacto quando isso acontece, assim como em condições como a que tivemos na Malásia. Nós vimos isso na corrida de Kuala Lampur.”

No entanto, Gillian reconhece que, à medida que a temporada for se desenrolando, a tendência é essa igualdade ir diminuindo. E quem se desenvolver melhor terá vantagem.

“Ao longo da temporada, a equipe que conseguir ser mais forte no desenvolvimento vai ter um impacto maior. Nosso desenvolvimento está parecendo bom, mas é claro que sempre queremos mais.”

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