Para Hembery, experiência com os pneus não acaba com alternativas

Diretor da Pirelli reconhece que agora as equipes têm mais informações, mas ainda assim há estratégias diferentes

Mesmo após 14 provas, corridas são marcadas por muitos pit stops

A Pirelli já começou, com o brasileiro Lucas di Grassi ao volante, a testar os compostos para 2012. Sem poder dar detalhes sobre a nova borracha, o diretor esportivo da marca italiana, Paul Hembery, reconheceu, em entrevista exclusiva ao TotalRace, que a alta degradação já não é uma surpresa para as equipes.

“Esse é o primeiro ano. O segundo sempre será menos intenso porque as pessoas sabem o que estamos fazendo e o que esperar. As estrelas da F-1 são os pilotos e os maravilhosos carros – Seb [Vettel] e Adrian Newey fizeram um trabalho extraordinário neste ano. Só estamos fazendo algo para ajudar e fico feliz que as pessoas reconheçam que temos contribuído com o esporte. Somos parceiros do esporte. Se eles estão felizes, nós também estamos”.

O inglês salienta, no entanto, que os pneus ainda estão cumprindo seu papel, de gerar mais emoção e alternativas nas corridas.

“As dez estratégias diferentes que vimos no GP de Cingapura mostram que ainda há muitos desafios para as equipes.”

Antecipando a próxima etapa, o GP do Japão, entre os dias sete e nove de outubro, Hembery não espera uma degradação alta.

“Suzuka é um lugar interessante, é uma das possibilidades de termos chuvas fortes – o que acabou não acontecendo em Cingapura, apesar da previsão. A pista tem um asfalto novo, então não é tão abrasiva quanto há três anos – e será reasfaltada novamente após a corrida, se tornando ainda menos abrasiva. Devemos ter outra corrida emocionante.”

(colaborou Luis Fernando Ramos)

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