Performance da Williams não surpreende Raikkonen e Alonso

Pilotos explicam que a relação de forças tende a mudar a cada GP, mas espanhol esperava que Hamilton viesse forte

Williams andou de igual para igual com Ferrari e Lotus

A quinta prova da temporada, disputada em um circuito em que geralmente não há surpresas, teve um quinto cenário diferente no ano – e talvez o mais surpreendente de todos. A Williams, no entanto, já mostrou desde os treinos livres de sexta-feira, que estava conseguindo fazer com que o carro funcionasse bem em Barcelona. E, é claro, ganhou força com a punição de Lewis Hamilton na classificação.

“Vimos em geral durante o final de semana de GP que a Williams estava bem. Lewis talvez fosse o favorito depois de comparar o ritmo dele com o da Ferrari na sexta-feira e de fazer a pole por mais de meio segundo. Com a punição dele, Pastor era o mais rápido, então não há surpresas”, acredita Fernando Alonso.

Para Kimi Raikkonen, é difícil entender quem será o melhor quando se inicia um final de semana de corrida.  “A Williams esteve muito rápida em duas corridas, mas é difícil dizer quem é o mais rápido porque em uma prova ele pode estar bem e na outra, em décimo.”

O finlandês credita aos pneus essa gangorra de performances, que fez com que tivéssemos cinco vencedores diferentes nas cinco primeiras provas, algo inédito desde 1983.

“A situação nesse ano é um pouco estranha, mas também dá muita chance para todas as equipes que têm velocidade e quando os pneus estão funcionando para eles, ficam bem melhores que os outros . Os pneus parecem ser a chave. Se você consegue fazê-los funcionar você é rápido. Às vezes eles saem da janela operacional um pouco e você tem dificuldades.”

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Categorias Fórmula 1
Evento GP da Espanha
Pilotos Kimi Raikkonen , Fernando Alonso
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