Pilotos brasileiros reclamam de reeleição de Dilma: Fuga, Cuba e apoio a Aécio

Luiz Razia e Lucas Di Grassi foram quem mais se mostraram incomodados com a reeleição; Massa declarou apoio a Aécio

Dilma Rousseff foi reeleita para mais quatro anos na presidência
A reeleição de Dilma Rousseff (PT) para a Presidência da República incomodou alguns dos principais nomes do automobilismo brasileiro na atualidade. Felipe Massa, Luiz Razia, Lucas Di Grassi e Nelsinho Piquet saíram insatisfeitos com o resultado do pleito, que permitirá à candidata petista mais quatro anos no Palácio do Planalto.
 
[publicidade] Único representante brasileiro na Fórmula 1, Felipe Massa evitou polemizar sobre o resultado das eleições. Entretanto, na tarde do domingo, o piloto da Williams postou uma foto ao lado do filho no local de votação e externou o apoio ao candidato derrotado, Aécio Neves (PSDB).
 
Na onda do protesto e ‘fuga’ do país, que ditaram os oposicionistas nas redes sociais, Lucas di Grassi e Luiz Razia utilizaram o Twitter para expressar o incômodo com a eleição de Dilma Rouseff.
 
“Eu estou indo para o aeroporto, volto daqui a quatro anos”, escreveu Di Grassi, apoiado pelo amigo. “Partiu”, postou Razia, mais um na ‘onda da transformação cubana’ que atingiu muitos dos oposicionistas.
 
“Aí, em 2018, a gente elege o Lula de novo, beleza? Aí, já coloca o nome de Castro (referencia a Fidel Castro) no Lula e na Dilma”, digitou o piloto, em  protesto, ainda no domingo.
 
Quem levou mais pelo lado do humor, embora tenha demonstrado leve apoio pelo candidato tucano, foi Nelsinho Piquet. O ex-piloto de Fórmula 1, envolvido em uma das maiores polêmicas dos últimos anos por colaborar com a fraude no resultado do GP de Cingapura de 2008, brincou com os amigos que querem ‘fugir’ do Brasil.
 
“Já estou a procura de uma casa grande aqui nos EUA para acomodar todos os meus amigos que querem correr do Brasil”, escreveu Nelsinho Piquet na rede social Twitter.
 
Na eleição mais equilibrada desde 1989, Dilma Rousseff acabou reeleita com 51,64% dos votos válidos, contra 48,36% de Aécio Neves, candidato do PSDB e dos pilotos acima citados.

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