Pirelli espera menor diferença entre compostos em relação a 2011

Mesmo levando os duros e macios, empresa italiana acredita que escolha é menos conservadora do que na estreia da Índia

Mesmo levando ao GP da Índia os mesmos compostos – duro e macio – do ano passado, em que a degradação deixou a desejar e a prova não foi das mais disputadas, a Pirelli espera que sua escolha deste ano seja menos conservadora. Isso porque, com as alterações feitas em todos os tipos de pneus para este ano, o rendimento entre ambos se aproximou.

A opção de repetir os compostos se dá pela alta carga que os pneus sofrem no circuito de Buddh pelas altas temperaturas e várias curvas que exercem forças laterais na borracha, particularmente na freada para a curva 10, cuja tangência demora por volta de 6s e na qual o dianteiro esquerdo sofre uma aceleração equivalente a quatro vezes a força da gravidade.

Outras fontes de problemas para os pneus são as elevações, que geram forças verticais combinadas com freadas fortes. Por outro lado, os compostos chegam a esfriar demasiadamente na reta de mais de um quilômetro, uma das mais longas do calendário.

“Neste ano, conhecemos um pouco melhor a pista, então fizemos uma escolha menos conservadora com os duros e macios, dando o equilíbrio correto entre performance e durabilidade. O traçado é um dos maiores desafios por que os pneus passarão na segunda metade da temporada e também é a última vez em que teremos essa combinação, que apareceu em Barcelona, Silverstone e Suzuka”, afirmou o diretor esportivo da Pirelli, Paul Hembery.

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