Preço dos motores deve cair nos próximos anos, defende Renault

Fornecedora francesa acredita que as limitações no desenvolvimento previstas nas regras pressionem custos para baixo

O chefe de operações de pista da Renault, Remi Taffin, acredita que a atual dificuldade das equipes que pagam pelos motores – todas com exceção dos times ‘de fábrica’, como Mercedes, Ferrari e Red Bull – tem data para acabar. De acordo com o francês, a tendência ao longo dos anos é que o preço das novas unidades de potência caiam.

[publicidade] A falência de duas das equipes do grid de 2014 – Caterham e Marussia – foi apontada como consequência da adoção dos motores V6 turbo híbridos a partir desta temporada. Porém, Taffin lembrou que os valores foram mais altos no ano de implementação da tecnologia devido aos gastos de seu desenvolvimento. Daqui em diante, as fornecedoras irão gastar menos para fazer as melhorias permitidas por regulamento.

“As regras são feitas para isso [uma redução nos custos]. Acho que as críticas não são acerca das regras para os próximos seis ou sete anos, mas em relação ao custo atual. Todos estão olhando para uma janela que não é do tamanho certo, então o regulamento não foi feito para que isso durasse e estamos vivendo o primeiro ano, que é obviamente o mais caro.”

Pelas regras atuais, o número de mudanças que podem ser feitas nos motores de um ano para outro é limitado e o desenvolvimento ao longo da temporada é proibido, algo pensado justamente para diminuir os custos.

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