Red Bull afasta fama de carro ruim de reta com "trinca"

Equipe venceu nas três provas que eram consideradas seus pontos fracos na temporada: Canadá, Spa e Monza

Foi-se o tempo em que o GP da Itália era esperado com ansiedade pelos rivais da Red Bull, famintos por uma chance de tirar pontos dos atuais tricampeões mundiais em uma pista à qual seus carros não se adaptavam por serem projetados para andar com alta carga aerodinâmica. Porém, este ano vem colocando uma pá de cal nesta teoria.

“Fomos fortes em todas as pistas e acho que nossa grande força neste ano tem sido a consistência em diferentes tipos de circuito”, destacou o chefe da equipe, Christian Horner, após as vitórias dominantes nos dois circuitos em que a velocidade de reta é mais importante na temporada, Spa e Monza. O dirigente lembrou que o time já havia demonstrado sua força em outra ocasião semelhante, no Canadá, prova que Sebastian Vettel conquistou pela primeira vez neste ano.

“Vencemos em circuitos de alta e baixa pressão aerodinâmica e acho que é justamente a performance nas pistas de baixa pressão que foi mais gratificante. Vencemos no Canadá, no Bahrein, em Spa e em Monza, todas as pistas com configuração mais baixa.”

O inglês explicou ainda por que a antecipação da única parada fez com que o time vivesse momentos de tensão até o final da prova, mesmo sem que o segundo colocado, Fernando Alonso, demonstrasse, de fato, ritmo para superar Vettel.

“Tivemos de antecipar a primeira parada por causa da fritada na largada, então decidimos parar na primeira volta da nossa janela que garantiria que fôssemos até o final com o pneu duro. Mas ficamos tensos porque Alonso teria um pneu quatro ou cinco voltas mais novo no final. Porém, Sebastian conseguiu manter uma boa margem e isso não foi um problema.”

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