Saiba o que está por trás dos números escolhidos pelos pilotos

Muitos optaram por numerais que deram sorte na época do kart, enquanto outros estão mirando no marketing

Números que deram sorte na infância, que formam uma marca em conjunto com seus nomes ou até simplesmente “porque usei ano passado e não tinha porque mudar”. Cada piloto teve uma justificativa para optar pelos numerais que os acompanharão pelo resto das carreiras, após a Federação Internacional de Automobilismo mudar o regulamento nesta temporada.

Desde a década de 1990, a numeração dos carros dos pilotos respeitou a ordem de seus times no campeonato de construtores. Mas com duas ressalvas: a equipe que tivesse o piloto campeão ficaria com o 1-2 e o 13 jamais seria usado. Em 2014, Sebastian Vettel usará pelo quarto ano o numeral que se tornou cativo para ele – e optou por guardar o 5 caso não mantenha o título em 2014 – e Pastor Maldonado “ressuscitou” o número famoso por dar azar. O 13, aliás, só "largou" uma vez na história da F-1, em 1963, com o mexicano Moises Solana.

Confira os motivos da escolha de cada piloto:

Sebastian Vettel, 5 (o alemão corre com o 1 em 2014 e troca de número caso não conquiste o penta): Número frequentemente usado pelo alemão no kart, com o qual foi campeão pela primeira vez, em 2010, e com que Schumacher ganhou o primeiro título, em 1994.

Daniel Ricciardo, 3: “Foi o primeiro número com que corri, no kart. Depois que o escolhi, lembrei que esse também era o número de um dos meus heróis, o falecido Dale Earnhardt, da Nascar.”

Max Chilton, 4: “É um número que combina com meu nome”, M4x.

Nico Rosberg, 6: Escolheu o número com o qual seu pai, Keke, foi campeão, e aquele que sua noiva, Vivian, considera seu numeral da sorte.

Kimi Raikkonen, 7: “Era o meu número do ano passado e não vi motivo para mudá-lo. Gosto dele, o que já é o bastante.”

Romain Grosjean, 8: Foi outro que aproveitou seu nome, R8main

Marcus Ericsson, 9: Ainda não divulgou os motivos de sua escolha.

Kamui Kobayashi, 10: Numeral que usou em sua temporada de estreia na Fórmula 1, ainda que o japonês tenha admitido que sua primeira escolha seria o 4, que ficou com Max Chilton.

Sergio Perez, 11: “Desde criança eu sempre usei o 11 no kart. Na verdade, até meu e-mail tem esse número.”

Pastor Maldonado, 13: Não divulgou o motivo da curiosa escolha, mas acredita-se que tenha a ver com o fato do numeral ser muito ligado a estrelas do baseball venezuelano. O piloto também venceu sua primeira corrida no dia 13.05.

Fernando Alonso, 14: O espanhol é famoso pela superstição com este número, algo que influi até no número de seu quarto quando vai às corridas. Isso porque foi campeão do mundo de kart aos 14 anos, dia 14.07, com o kart número 14.

Jules Bianchi, 17: Tentou o 7, que ficou com Kimi, e o 77, que acabou com Bottas. Acabou, portanto, optando pelo 17.

Felipe Massa, 19: “Era meu número quando corria no kart e meu tio também usou o 19 quando ele corria.”

Kevin Magnusson, 20: “É o número com que ganhei o campeonato da World Series ano passado.”

Esteban Gutierrez, 21: “É meu número da sorte”

Jenson Button, 22: Número com que foi campeão em 2009. “Dois patinhos na lagoa! Grandes lembranças!”

Jean-Eric Vergne, 25: Optou pela data do aniversário.

Daniil Kvyat, 26: Optou pela data do aniversário. “Também competi em minha primeira prova de kart na Rússia com esse número”.

Nico Hulkenberg, 27: “O número 27 é um dos melhores da história da F-1 e foi usado por aquele que pode ter sido um dos melhores de todos os tempos, Gilles Villeneuve.”

Lewis Hamilton, 44: Número frequentemente usado pelo piloto nos tempos de kart.

Valtteri Bottas, 77: Fez brincadeira com seu sobrenome, Bo77as.

Adrian Sutil, 99: Ainda não divulgou os motivos de sua escolha.

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