Schumacher não deveria ter voltado, opina Ecclestone

Dirigente acredita que o alemão pensava que a Mercedes lhe daria um carro melhor nos três anos de retorno à F-1

Os 58 GPs do retorno de Michael Schumacher à Fórmula 1, entre 2010 e 2012, nos quais conquistou apenas um pódio, no GP da Europa deste ano, nunca deveriam ter ocorrido. É a opinião do presidente da FOM, Bernie Ecclestone.

O dirigente inglês acredita que o alemão, que deixou o esporte pela primeira vez aos 37 anos, em 2006, disputando o título até a última corrida, achava que a Mercedes lhe daria um carro melhor. O time, sob o nome de Brawn, havia dominado o campeonato de 2009, levando os títulos de pilotos, com Jenson Button, e de construtores.

“Em retrospecto, Schumacher não deveria ter começado. Acredito que, quando ele foi [para a Mercedes], esperava que a equipe fosse bem melhor do que conseguiram”, afirmou à ESPN.

O alemão acabou decidindo pela aposentadoria definitiva depois que a Mercedes anunciou Lewis Hamilton para seu lugar. Porém, para Ecclestone, essa mudança não foi decisiva, pois o alemão já sabia que sua carreira havia terminado.

“Acho que ele iria embora de qualquer maneira. Hamilton tinha muitas outras opções.”

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