Schumacher não vê geração atual arriscando mais que antigamente

Piloto de 42 anos lembra disputa entre Senna e Mansell para exemplificar que, dentro do carro, não se pensa em segurança

Nigel Mansell e Ayrton Senna roda a roda no GP da Espanha

Vira e mexe aparece algum piloto do passado preocupado com as atitudes dos atuais protagonistas da F-1, dizendo que eles não pensam nas consequências de suas ações na pista e que um acidente sério é iminente.

O último foi Alain Prost, criticando as posturas de Mark Webber em Spa e de Sebastian Vettel em Monza, ambos em manobras para ultrapassar Fernando Alonso. O francês afirmou imaginar “se os pilotos não estão desconectados com o senso de risco”, e prosseguiu. “Você pode se safar com essas coisas nove vezes, mas na décima...”

Essa não é a opinião de Michael Schumacher. O piloto, que chegou a ser contemporâneo de Prost nas pistas no início da carreira, não vê diferença entre os companheiros de pista daquela época e de agora.

“Um exemplo imediato é de, acho que em 92 em Barcelona, Senna e Mansell na reta, roda a roda, tocando-se. Não acho que eles estavam pensando em segurança nesse momento.”

Para Schumacher, não é do instinto do piloto pensar em segurança quando está dentro do cockpit.

“Quando você corre, você realmente não pensa porque você se sente mais seguro do que se pensar.”

(colaborou Luis Fernando Ramos)

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