Segundo Mark Gillan, Bottas é muito diferente de Bruno Senna e Maldonado

Engenheiro-chefe de operações da Williams revela que os três pilotos têm comportamento bem distintos em relação ao feedback

Maldonado, Bottas e Bruno caminham no paddock

Quando decidiu seu trio de pilotos para 2012, incluindo o reserva Valtteri Bottas, a Williams adotou uma estratégia ousada. Com o objetivo de preparar o jovem finlandês para estrear como titular em 2013, o time inglês lhe deu 15 sexta-feiras para participar do primeiro treino livre de cada GP.

Mark Gillan, engenheiro-chefe de operações da equipe explicou a escolha. “Foi um ato de equilíbrio. Sabíamos que isso poderia prejudicar um pouco o Bruno Senna, mas tentamos minimizar o máximo possível seu prejuízo ao não participar do P1 e ao mesmo tempo fizemos o possível que para que Valtteri tivesse o seu aprendizado”, disse Gillan à Autosport.

A estratégia complicou um pouco mais a vida do brasileiro, pois segundo o próprio engenheiro, os dois pilotos são muito diferentes. “Essa é uma questão a ser analisada profundamente. Cada piloto tem um feedback diferente. Bruno é diferente de Pastor e Valtteri é muito diferente tanto de Bruno, quanto de Pastor. E nós aprendemos bastante com isso”, revelou.

Segundo Gillan, o finlandês ainda teve boa dose de contribuição no desenvolvimento do carro, ao testar em simuladores. “A presença de Valtteri no simulador foi muito importante, pois lhe ajudou a reconhecer as pistas e ajudou também que nosso pacote fosse desenvolvido”, comentou.
 

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Sobre este artigo
Categorias Fórmula 1
Pilotos Pastor Maldonado , Bruno Senna , Valtteri Bottas
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