Sem mais atualizações, Barrichello corre com o que tem

Brasileiro fica na esperança de que sua Williams se adapte aos circuitos que restam no campeonato para marcar pontos

Barrichello credita ter chegado perto dos pontos em Cingapura à estratégia

Agora é enfrentar as corridas com o que tem e depender da adaptação do conjunto de pista em pista. Pelo menos é a realidade de Rubens Barrichello na Williams. Sem mais novidades no carro até o final do ano, o brasileiro prevê que a distância dos times médios para os grandes tende só a aumentar.

“Praticamente acabaram as novidades no carro. Acho que as equipes maiores continuam desenvolvendo, porque o espaço entre elas e as do meio está aumentando, eles continuam trabalhando, enquanto as menores não estão tendo tanta evolução.”

O brasileiro está animado para Suzuka, mas admite que, se pudesse escolher uma prova para pontuar, seria o GP do Brasil. Ainda assim, reconhece que a missão é difícil.

“Suzuka é uma pista que eu adoro, onde já ganhei. Tenho de ter a esperança de que, nestas últimas cinco provas – e especialmente no meu Brasil – eu possa marcar pontos. Em Cingapura, chegamos pertinho, mas foi só porque tentamos mudar a estratégia.”

(colaborou Luis Fernando Ramos)

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