“Simplesmente não éramos rápidos”, explicou Kimi, 11º

Finlandês não espera que ritmo da Lotus seja muito melhor na corrida e explica que carro não se adaptou à pista

Faltou velocidade para a Lotus entrar no top 10 do grid para o GP da Itália. Essa foi a justificativa de Kimi Raikkonen por ter ficado no Q2 pela primeira vez no ano. O finlandês larga em 11º, duas posições à frente do companheiro Romain Grosjean.

“Não aconteceu nada, simplesmente não éramos rápidos o suficiente”, explicou o quarto colocado no campeonato. “Acho que a questão da configuração do carro não influenciou, porque ontem fizemos exatamente o mesmo tempo com dois carros diferentes. Então isso não foi o motivo. Não éramos velozes, algo que já tínhamos visto ontem e não foi uma surpresa. E, como as diferenças de tempo eram muito pequenas, acabamos ficando fora do top 10.”

Mesmo que a Lotus tradicionalmente tenha um ritmo melhor na corrida do que na classificação, o finlandês não espera uma revolução para domingo. “Tomara que seja um pouco melhor, mas não espero ter grandes surpresas. Simplesmente não é nosso tipo de circuito, quando temos de usar asas pequenas parece que sofremos muito.”

Grosjean, que teve dificuldade em especial para contornar a primeira chicane, escapando em duas oportunidades, larga em 13º.

“Hoje foi difícil para nós porque não tínhamos aderência. Fiquei muito surpreso com o treino livre de ontem, mas hoje foi simplesmente uma história diferente. A configuração aerodinâmica de Monza não foi fácil e as coisas não aconteceram como gostaríamos.”

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Sobre este artigo
Categorias Fórmula 1
Evento GP da Itália
Pilotos Kimi Raikkonen , Romain Grosjean
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