"Tudo está em aberto", diz Alonso

Espanhol reconhece a força da Red Bull, mas fatores que incluem até zebras do circuito podem alterar resultado de treinos

Alonso conduz sua Ferrari no circuito onde venceu duas vezes

Nenhum piloto no grid pode dizer ser mais familiarizado com Cingapura do que Fernando Alonso. O espanhol tem 100% de aproveitamento em relação a estar no pódio nas três edições da corrida noturna. Ao lado de Sebastian Vettel, Alonso foi o único a marcar tempo abaixo de 1’47’’. Mesmo assim, mantém os pés no chão.

“Possibilidades sempre existem (de vitória). Me lembro que no ano passado Hamilton era mais rápido com vantagem na sexta-feira e quando chegou a hora da classificação estávamos no topo. Tomara que isso se repita amanhã. Mas somos realistas. A Red Bull está muito forte. Estou mais ou menos satisfeito”.

“Estamos melhores que Monza e Spa. Em circuitos com baixa carga aerodinâmica tínhamos problemas com o carro, em freadas, em tração, em outros aspectos”, completou o ferrarista.

Problema recorrente da Ferrari em 2011, a diferença entre os dois compostos de pneus levados pela Pirelli para Cingapura não preocupa Alonso. “Nas últimas corridas perdermos performance com diferentes tipos de pneus. Aqui poderemos ser competitivos porque a diferença entre o macio e super-macio não é tão grande. A degradação, no entanto, foi muito alta”.

Para o espanhol, outro pode influenciar na luta pela pole e pela vitória. Hoje, com o problema da fixação das zebras, que acabaram tiradas, os pilotos adotaram trajetórias diferentes. “Os tempos de hoje são díspares, já que alguns pilotos cortavam as áreas onde deveria haver uma zebra e outros simularam como será amanhã e domingo. Na reunião dos pilotos decidimos que algumas zebras serão repostas como estavam no ano passado. Outras serão tiradas de vez. Teremos amanhã, entre aspas, um circuito novo”.

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