Vettel admite que saída da Red Bull seria um "enorme choque"

Piloto da Ferrari fez história na escuderia austríaca ao conquistar quatro títulos seguidos

Fora da Red Bull desde o final do ano passado, Sebastian Vettel afirmou que acha ser difícil que o empresário Dietrich Mateschitz decida encerrar as operações da escuderia austríaca.

Com o fim da parceria com a Renault, a Red Bull sofre para encontrar um novo fornecedor de motores. Já recebeu 'nãos' de Honda e Mercedes e tem dificuldades para um acerto com a Ferrari.

Materschitz, incorformado, já admitiu que poderá deixar a F1 caso a escuderia não consiga um motor competitivo para a próxima temporada.

“Seria um enorme choque. A Red Bull tem sido parte da Fórmula 1 por dez anos e a tem apoiado deste então”, disse Vettel, tetracampeão pela equipe em 2010, 2011, 2012 e 2013.

“Claro que tenho ligação forte com a Red Bull e sei que ela gosta também de mim. Acho difícil imaginá-la saindo. Espero que eles fiquem no esporte.”

Agora de macacão vermelho, Vettel afirmou que a Ferrari não está em uma posição egoísta na discussão com a Red Bull. A escuderia estaria se recusando em fornecer os motores com as mesmas especificações que a rival.

“Não sou eu que tomo as decisões. Acho que não é uma decisão fácil e, para ser honesto, agradeço por não ter que fazer isso. Estou confortável na minha posição somente de piloto.”

Chefe de equipe da Red Bull, Christian Horner esteve ausente do pitwall durante os primeiros treinos livres para o GP da Rússia, enquanto tinha conversas reservadas no motorhome da equipe com Bernie Ecclestone e Helmut Marko.

“Há muitas discussões ocorrendo neste momento. Mas não comentarei sobre as nossas negociações para vocês (jornalistas). Nada está fechado. Tudo em aberto”, disse Horner, sobre as negociações para ter um motor em 2016.

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