Vettel promete forçar até a bandeirada do GP no Brasil

A um ponto de conquistar o bicampeonato, alemão evita clima de já ganhou e diz querer continuar somando poles e vitórias

Vettel comemora a nona vitória do ano, em Monza

Não é nada fora de realidade dizer que, se Sebastian Vettel decidisse ficar em casa nas últimas cinco corridas do campeonato, ainda teria grandes chances de ser bicampeão do mundo. Isso porque seu único rival, Jenson Button, teria de vencer todas as provas que restam para derrotar o alemão.

Mas é lógico que Vettel nem pensa nisso. Afeito a marcas, o piloto da Red Bull mostra vontade de ampliar seus números de vitórias – nove até agora, de 14 possíveis – e poles – onze – além de se tornar o bicampeão mais jovem da história.

“Obviamente, estamos muito perto de ganhar o título, mas vamos manter a calma e falar sobre isso se a missão estiver completada. Estatisticamente não estamos longe, mas também não queremos atrair azar ao falar muito sobre isso. Não agradeça pelo dia antes da noite!”, afirmou em entrevista ao site oficial da F-1.

“Vamos manter o foco, como tem sido em todo o campeonato, até a bandeirada no Brasil. Dissemos que estamos aqui para vencer corridas – e ao fazer isso o campeonato é uma questão de tempo”, garantiu.

Vettel, que só deixou de largar em primeiro em três ocasiões neste ano, sempre sendo superado pelo companheiro Mark Webber, garante que as classificações ainda são grande fonte de motivação.

“Estou orgulhoso de minhas 11 pole positions e nove vitórias até agora – e acredito que estou tão ligado a esse sentimento de ser pole que não quero perdê-las nestas últimas corridas. O carro funciona perfeitamente, então não deve haver nenhum motivo para que deixe de ter sucesso novamente.”

Falando sobre o dominante GP de Cingapura, em que liderou todas as voltas da prova, o alemão afirmou que poderia obter uma liderança mais folgada se quisesse.

“Não foi exatamente sem concorrência mas, com certeza, ficamos surpresos com a distância que conseguimos abrir. O carro estava simplesmente fantástico e, se tivéssemos dado 100% a corrida toda, a diferença seria ainda maior. Mas o importante é trazer o carro para casa. E conseguimos isso nas últimas três corridas.”

Por fim, o virtual bicampeão do mundo elogiou seu carro, ao qual apelidou com uma homenagem à cantora Kylie Minogue, e a Red Bull.

“Adoro a Kinky Kylie, honestamente. E a equipe é o grupo mais fantástico que você pode imaginar. Com isso no bolso, o título deve ser uma questão de tempo.”

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