Vettel segue na Red Bull se equipe mantiver a base vencedora

Atual campeão do mundo, que recentemente renovou seu contrato até 2014, não quer ver o time perder suas peças-chave nos próximos anos

Adrian Newey é um dos incentivos para que Sebastian Vettel fique na Red Bull

A pouco mais de dois meses de completar 24 anos, o atual campeão do mundo e líder do campeonato Sebastian Vettel sabe que é mercadoria de ouro para qualquer equipe, ao mesmo tempo em que reconhece a importância de contar com uma boa estrutura ao seu redor para continuar no caminho das vitórias.

Perguntado pela revista italiana “Autosprint” se sua permanência na Red Bull estava ligada à do projetista Adrian Newey, considerado o pai dos três últimos projetos, que permitiram que o alemão fosse vice-campeão em 2009, chegasse ao título no ano passado e esteja liderando a tabela em 2011, afirmou que “não somente”.

“Adrian é uma das pessoas mais importantes na equipe, mas pergunto sobre todos – quantos anos ainda têm de contrato, se estão felizes, etc. Queria prorrogar meu contrato, mas não em um time completamente diferente.”

No início do mês, em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo" concedida a Livio Oricchio, também colunista do TotalRace, Vettel já havia afirmado o mesmo. "Antes de planejar o futuro é preciso entender o que pode acontecer na equipe. E se na próxima temporada não apenas Adrian (Newey), mas outros profissionais de importância deixam a Red Bull, como fica? Agora que sei que ele e alguns personagens-chaves se sentem felizes no time e vão continuar, estendi meu compromisso", disse Vettel na ocasião.

Recentemente, o atual campeão do mundo, que conta com o apoio da empresa de bebidas energéticas desde as categorias de acesso, anunciou que estendeu seu contrato até o final de 2014. Não foi o único. Cerca de 50 membros da equipe também renovaram seus compromissos.

“É difícil planejar o futuro, você nunca sabe o que pode acontecer. Talvez quando voltar para o hotel eu caia da escada, quebre uma perna e não vença mais nenhuma corrida no ano. Bata na madeira, mas qualquer coisa pode acontecer.”

Falando à imprensa italiana, o alemão novamente teve que comentar sobre uma possível ida à Ferrari no futuro.

“Falo muito sobre isso porque me perguntam. Na verdade, há dois motivos: primeiro porque a Ferrari é algo especial, como disse muitas vezes. E segundo porque eu tenho que responder o que me perguntam. É uma situação que se alimenta sozinha”, garantiu.

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