Volta da França ao calendário da F-1 é colocada em dúvida

De acordo com a nova ministra dos esportes, Valerie Fourneyro, questões ambientais podem azedar as negociações

O último GP disputado na França foi em 2008

A volta do GP da França ao calendário da F-1, que chegou a ser dada como certa, em uma alternância com o GP da Bélgica, emperrou nas negociações entre o novo governo local e o presidente da empresa que gere os direitos comerciais da categoria, Bernie Ecclestone.

O inglês, que é dono do circuito que sediaria o retorno da F-1 ao país, em Paul Ricard, chegou a afirmar ainda em abril que os empecilhos para um anúncio eram apenas detalhes financeiros. “Estamos discutindo alguns pontos em relação a dinheiro do tipo ‘se você me der isso, eu dou aquilo’. Para mim, não há dúvidas de que resolveremos a questão.”

No entanto, de lá para cá o governo francês mudou de mãos e, de acordo com a nova ministra dos esportes, Valerie Fourneyro, a falta de preocupação de Ecclestone com o meio ambiente pode azedar as negociações.

“Houve uma grande pressa em fazer com que voltássemos a sediar a corrida. Precisamos de mais transparência em relação aos custos e à aparente falta de preocupação do chefe da F-1 com as questões ambientais”, afirmou a ministra à rádio RMC.

“Há grandes problemas de acesso no circuito de Castellet e são necessários mais do que 10 minutos de discussão acerca do tema. Não nos opomos à corrida, mas não tenho certeza de que ela acontecerá na França ano que vem.”

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