Whitmarsh lamenta perda da dobradinha, mas celebra "controle"

Chefe da McLaren afirma que superioridade da equipe foi tamanha em Monza que estratégia foi a mais conservadora possível

É  verdade que a McLaren esperava conquistar a dobradinha no GP da Itália – e o chefe da equipe, Martin Whitmarsh, é o primeiro a reconhecer isso. Porém, com a vitória de Lewis Hamilton, o time agora ocupa a segunda posição do Mundial de Pilotos e de Construtores, com o campeão de 2008 a 37 pontos do líder Fernando Alonso e a equipe a 29 da Red Bull.

Nada mal para quem, há dois meses, estava em quarto entre as equipes e que chegou em Monza com o quinto e sexto lugares entre os pilotos.

“Ambos os pilotos fizeram um grande trabalho na classificação e na corrida”, destacou Whitmarsh ao TotalRace. “Lewis recebeu a recompensa merecida, enquanto Jenson claramente ficou desapontado, assim como a equipe. Viemos para cá esperando uma dobradinha e saímos em segundo em ambos os campeonatos. Porém, caso tivéssemos os pontos do segundo lugar de Jenson, estaríamos muito próximos dos líderes.”

Sobre o abandono de Jenson Button quando o inglês era segundo na Itália, o dirigente afirmou que a equipe ainda não sabe exatamente o que causou o problema na captação de combustível. “Não estávamos coletando combustível e mantendo a pressão. Pode ser por uma série de motivos, esses sistemas são muito complexos.”

Whitmarsh salientou que a vantagem da McLaren era tamanha durante a prova que nem o forte ritmo de Sergio Perez no final da prova chegou a assustar.

“Fomos conservadores com a estratégia. Sabíamos que faríamos uma parada e ficamos observando o desgaste. Tivemos sorte em relação a nossos rivais porque tínhamos espaço para parar e voltar fora do tráfego – exceto por Sergio, mas sabíamos que ele pararia. Acho que ninguém esperava que ele fosse tão rápido no final, mas pudemos controlar o que acontecia na corrida. Quando você tem posição de pista e um bom ritmo, pode fazer isso.”

A vitória de Hamilton na Itália foi a terceira em sequência do time de Woking, que conquistou os GPs da Hungria, também com Lewis, e da Bélgica, com Button.

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