Whitmarsh questiona eficiência do retrovisor da F-1

Dirigente da McLaren usa acidente entre Hamilton e Massa em Suzuka como exemplo e critica estrutura da peça

Toque entre Hamilton e Massa

Chefe da equipe McLaren, Martin Whitmarsh reabriu as discussões sobre a efetividade do espelho retrovisor do carro de Fórmula 1.

O dirigente comentou o assunto após o acidente envolvendo Lewis Hamilton e Felipe Massa no GP do Japão, em Suzuka, quando o inglês claramente não viu o brasileiro se aproximar e acabou não evitando o choque.
 
"Em comparação com os de 20 anos atrás, eles são grandes. Mas, em termos de vibração, não fazemos o suficiente", comenta Whitmarsh, culpando a fragilidade da construção da peça, que vibra muito com a velocidade.
 
"Se você conversar com qualquer piloto em uma reta, os espelhos serão criticados. Normalmente, você verá os outros pela cor. 'Existe uma cor atrás de mim que deve ser outro carro'. Talvez é algo que precisamos analisar", conta.
 
Sobre o acidente, o dirigente toma as dores do pupilo: "Acho que Lewis estava distraído. Ele sabia que tinha um furo no pneu e estava cuidando de um carro. Então eu acho que você pode sempre ter grandes espelhos, melhores, bem posicionados e ser bem mais atento a eles."

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