Williams crava: "Temos o terceiro melhor carro do grid"

Diretor técnico do time reconhece que tendência é adotar táticas conservadoras até alcançar a Ferrari

Que ninguém espere alguma tática ousada da equipe Williams nas próximas provas. De olho em garantir pontos para o mundial de construtores, o que resulta em mais dinheiro para um time que foi apenas o nono colocado ano passado e que ocupa o quinto lugar nesta temporada, a ordem é adotar um perfil mais conservador.

[publicidade]Foi o que aconteceu no GP da Áustria, quando a Williams abriu mão de lutar pela vitória com a Mercedes mesmo tendo colocado os dois pilotos na primeira fila do grid. Segundo o diretor técnico, Pat Symonds, a tendência é que a história se repita nas próximas provas.

“Até nos estabelecermos em determinada posição, e não conseguimos isso ainda porque temos ido de quarto a sexto [no campeonato], continuaremos correndo de maneira conservadora”, declarou à Autosport.

“A Áustria foi um exemplo clássico. Não quisemos disputar com a Mercedes porque senti que havia uma chance real de perder para a Ferrari. O fato de Alonso ter chegado a ficar a menos de um segundo de nós justifica o que fizemos. Se tivéssemos sido mais agressivos e perdêssemos mais dois segundos teríamos perdido aquela posição.”

Symonds diz que “adoraria” que a Williams se estabelecesse na terceira posição no campeonato. O feito não é impossível, já que a Ferrari, que ocupa esta colocação, está a apenas 13 pontos da Williams. Cada equipe pode conquistar um máximo de 43 pontos por prova.

“Quando está tão apertado, as coisas podem mudar rapidamente e a pontuação dupla no final do ano pode mudar tudo, então é difícil dizer quais são nossas ambições. Mas não estou satisfeito com onde estamos no momento. Acho que temos o terceiro melhor carro e se não terminarmos em terceiro, não teremos feito um trabalho bom o bastante.”

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